Circula nas redes sociais, um texto de opinião publicado na página oficial do jornalista Carlos Alberto, onde afirma de que, pela primeira vez na história da Organização da Mulher Angolana (OMA), uma secretária-geral cumpre apenas um único mandato e opta por não se recandidatar, mesmo existindo múltiplas concorrentes ao cargo, fazendo referência a Joana Tomás.

A declaração surpreendeu vários internautas, que solicitaram à redacção do Verifica.ao a verificação da veracidade da informação.
O que foi verificado
Após análise de dados históricos e registos fiáveis sobre a liderança da OMA, a equipa do Verifica.ao concluiu que a informação é VERDADEIRA.
Os dados disponíveis confirmam que Joana Tomás exerce funções como secretária-geral da Organização da Mulher Angolana desde 2021 e que não concorre à reeleição no congresso previsto para 2026. Até ao momento, não há registos históricos de uma secretária-geral da OMA que tenha exercido apenas um mandato e, voluntariamente, optado por não se recandidatar.
Histórico das secretárias-gerais da OMA
De acordo com informações históricas consideradas fiáveis:
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Ruth Neto
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Luzia Inglês Van-Dúnem
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Joana Tomás
Os dados confirmam que as antecessoras de Joana Tomás exerceram mandatos prolongados ou sucessivamente renovados, o que reforça o carácter inédito da decisão actual.
Conclusão do Verifica.ao
É VERDADEIRA a afirmação de que, pela primeira vez na história da OMA, uma secretária-geral cumpre apenas um mandato e opta por não se recandidatar.
O caso de Joana Tomás distingue-se claramente dos mandatos anteriores, marcados por reeleições sucessivas.
Fique atento ao Verifica.ao
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